Selo da Antiga Sinagoga Netsarim Messiânica em Jerusalém

Selo da Antiga Sinagoga Netsarim

Messiânica em Jerusalém

Esta descoberta em Jerusalém por arqueólogos judeus sobre a primeira congregação Netsarim em Yisrael é a maior descoberta já existente para os discípulos do Messias. Apesar deles afirmarem que que é a Igreja Cristã”, pois os judeus erroneamente comparam os Netsarim como os Cristãos. A diferença é tamanha, pois os Netsarim foram discípulos direto do Messias no primeiro século e os cristãos só vieram a existir no século 3!

 

Aurora, Colo. (EP) — Um Selo Messiânico da “igreja cristã” na antiga Jerusalém foi redescoberta após 2000 anos. Este antigo símbolo foi encontrado no Monte Sião. Acredita-se que ele foi criado e utilizado por judeus crentes que chamavam-se a sim mesmo de Nazarenos na primeira Congregação Messiânica. Três companhias – Olim Creative Products de Tiberíades, News About Israel (NAI) de Jerusalém e a Christian Floral Delivery do Colorado – se uniram e anunciaram a descoberta deste antigo símbolo, pelo qual a NAI adquiriu direitos autorais. Ele consiste de três separados, porém intergrados símbolos: uma menorá ao topo, uma estrela de Davi ao centro e um peixe na parte de baixo. Em cada uma das formações do símbolo de três partes, a estrela é formada pelo entrelaçamento da base da menorá como o peixe.

O Selo Messiânico foi achado gravado ou inscrito em oito antigos objetos. Os artefatos foram mostrados a Ludwig Schneider, editor chefe da revista da NAI, Israel Today, em 1990. Eles os obtiveram de Tech Otecus, um velho monge que viveu como eremita na parte antiga da Cidade de Jerusalém. Otecus disse que nos anos 60 ele pessoalmente escavou cerca de 40 objetos com o Selo Messiânico numa antiga gruta localizada nas proximidades da Sala Superior no Monte Sião. O que uma vez era a entrada principal da gruta está agora cercada com uma pesada grade igual a de cadeias. Esta porta, que leva abaixo de um antigo lugar de batismo, está fortemente protegida por uma pesada corrente e cadeado. De acordo com Schneider, a última entrada para a gruta foi fechada logo após ele ter contado aos padres do monastério local sobre a descoberta do Selo Messiânico.Schneider fotografou oito artefatos que foram dados a ele por Otecus, e mostrou as fotos para o curador do Museu de Israel.

“Quando ele cuidadosamente analisou minhas fotos”, lembra Schneider, “o curador imediatamente disse-me que aqueles objetos e seu exclusivo símbolo eram um importante achado. Ele disse-me que o museu já havia visto outros objetos feitos com o mesmo símbolo de três partes de uma fonte que ele não mencionou”.De acordo com Bob Fischer, presidente da Olim Creative Products e co-autor com o historiador local e artista Reuven Schmalz do livro The Messianic Seal of the Jerusalem Church, o antigo símbolo de três partes tem sido desde 135 A.D abafado por vários grupos israelitas ou agências, como o Museu de Israel e pelos rabinos ortodoxos da parte antiga da Cidade de Jerusalém, enquanto simultaneamente eram (literalmente) enterrados por eles ao longo de dois milênios de igreja. Ainda, de acordo com Fischer, pelo menos dois dos oito objetos era obviamente utilizados como peças cerimoniais poderiam ter sido usadas por Tiago, o irmão de Jesus, que é dito como tendo sido o primeiro pastor da igreja, ou talvez até mesmo por um ou mais dos Doze Apóstolos. Um dos oitos objetos é um bloco bem gasto feito um mármore local e tamanho de um tijolo. Esta peça possui um versão entalhada do Selo Messiânico com um Tav (a última letra do antigo alfabeto hebraico que parecia-se exatamente com o sinal de uma cruz) no olho do símbolo do peixe, assim como uma escrita em aramáico informando o uso deste artefato para ser a base de onde se coloca o frasco do óleo de unção. O antigo aramáico é transliterado como “”La Shemen Ruehon” (Para o Óleo do Espírito). Outro dos oitos objetos é um pequeno, e quase intacto, frasco que deveria certamente ser colocado no topo da base de mármore.  Comentando o que ele caracterizou como de “monumental importancia” desta descoberta arqueológica, Fischer diz, “Além do fundo histórico dos Nazarenos, os primeiros judeus crentes que fundaram a Igreja de Jerusalém, o Selo Messiânico por si só proclama ao mundo a penetrante judaicidade de Jesus Cristo e decididamente a fundação e raízes da igreja fundada no Seu Nome”.

“O Selo Messiânico da Igreja de Jerusalém”, continua Fischer, “ataca todas as raízes de anti-semitismo enquanto proclama a urgente mensagem que restaura a unidade: Judeu com Judeu, e Judeu com Gentil. A importância desta descoberta não pode ser desprezada. O Selo Messiânico não é apenas a chave para entender os Pergaminhos do Mar Morto, ele poderá abalar as fundações da igreja e do judaísmo ortodoxo com sua incrível mensagem de unidade e amor. Ele quebra as barreiras que existiram por milênios e aponta o caminho para a restauração.”